Conspiradores Nunca Diuzem adeus - Parte Final

Capítulo 4 - Futuro Imperfeito
Ao chegar na Pizzaria um homem na portaria diz que ele não pode entrar, mas quando ele revela o cartão vermelho este se assusta e diz para ir por de trás, no acesso de empregados. Ao entrar por um estreito corretor e segui-lo até o fim leva um enorme susto ao ver uns homens passando com um volumoso tapete tirando de um caminhão, mas que ao verem o crachá na mão dele pararam recuando com grande temor. Chegou até o acesso a um elevador e ao apertar o botão e chegar abrisse a porta e o homem que antes o havia atendido fica em pânico ao ver o cartão na mão dele e este passa-lo no painel do elevador, liberando um andar não especificado neste. Desesperado este aperta o botão para o próximo andar que ao chegar este saí correndo por um longo corredor até entrar num banheiro próximo a seu fim.
Derrepente silêncio se faz, e a porta ao se abrir revela um lugar estranhamente deserto. Dominic sai receoso e escutando seus próprios passos segue até a maior das portas locais, dentre um trinta e seis delas, era a única que estava escrito Elora Adrastéia, a maior, e foi até ela que ele foi. Ao abrir viu curiosamente uma mulher com um vestido velho e sujo tendo a única saída outra janela que mostrava a vista de toda cidade tal como a de Baron, mas esta ainda mais alta.
Adrastéia essa mulher ele só havia curiosamente visto em sonhos, na realidade pesadelos do qual parecia querer falar-le coisas ruins, mas ali ela tinha um charuto na mão, e de uma aparência suja, se virou mostrando uma aparência simplesmente feia, repleta de espinhas no rosto que apesar da idade dava-lhe uma impressão indescritível, enquanto em suas mãos tinha dezenas de pastas e uma antiga máquina de escrever onde ela escrevia destinos absurdos para muitas pessoas. Numa das pastas o nome de seu amigo, que esta com uma cara de desdém ergueu até ele sem falar nada, e cuidadosamente ele a desfolhou, vendo fotos e detalhes íntimos, até ver uma página escrita seguimento do Caso #1, Ordem 786. Com o tom de revolta suprimida pelo medo de estar diante daquela estranha mulher, ele ainda perguntou porque e o que aquilo significava e ela então começou a contar uma história muito antiga.
Ela era jovem, e com mais uma amiga e três jovens foram até um lugar abandonado aonde viria se tornar aquele imenso prédio triangular. Encontraram um tesouro enterrado num lugar que era um antigo engenho, entre suas ruínas, dois corpos de escravos abraçados onde encontraram algo que mudaria suas vidas. Dentro de uma pequena caixa junto sua agenda e seus pertences descobriram uma estranha pétala de algum tipo de flor multicolorida. Ao ler aquele diário descobriram uma história de ódio e injustiça que envolveram aqueles dois mortos, uma escrava e um filho do senhor de engenho. Mas sobre a pétala dela se extraía uma droga, droga que ao experimentarem viam coisas grandiosas sobre o futuro. Ambionando as precisões da droga, o que sucedeu acabou rendendo uma briga na volta para a casa que levou a morte de dois jovens caindo do alto de uma ponte ferroviária. Mesmo tendo sido um acidente, desesperados tiraram um dos corpos e esconderam, porém um homem se aproximou quando estes ele enterrava, e num ato desesperado ao ver que ele havia visto eles enterrando o corpo, o matou também.
Alguns meses se passaram até que a policia veio junto com um dos pais do jovem morto, mas os três como se soubessem se prepararam e após o policial ir, o pai do jovem percebeu que eles escondiam algo que ao descobrir que os culpava se viram obrigados a mata-lo.
A policia retornou, mas os jovens pareciam estar à frente, sempre eliminando e enquanto enriqueciam misteriosamente. Eles fizeram um pacto do qual juraram entre si que qualquer que fosse que exponha o crime que cometera pelo diâmetro que alcançara os mataria, e assim sucedeu até que num dia Adrastéia acabou por entrar em coma, ao usar um derivado da pétala como droga. Levada até aquele lugar, já velha se viu presa naquela vida e obrigada a escrever estórias para todos os envolvidos que no lugar ao se tornar cidade criou-se um verdadeiro grupo afim de esconder seus crimes para se proteger, que agora enriquecidos construíram aquela imensa pizzaria-tributo a sua estranha história que ia passando aos demais. Naquele lugar estavam os arquivos, o amigo de Dominic havia visto um daqueles que descobriram a verdade e custou a vida e como sempre levando-o como uma das testemunhas, agora morto, viraram cinzas.Aquilo não mais se sustentava, e indo ao fundo descobriu os vestígios daquela dita pétala, mas Adrastéia ao vê-lo se aproximar com uma bengala o atingiu chamando a segurança, mas não sem antes ele quebrar a janela e um enorme vendaval entrar jogado para fora do prédio todos os arquivos sobre as casas. Estava amanhecendo, quando se viu cercado por capangas daquela gente, mas era tarde, o que se viu eram pessoas de todos os lados saindo de suas casas pegando os inúmeros arquivos sobre a vida delas, que eram vigiadas, controladas, todos olharam para cima e então Adrastéia se ajoelhou no chão e se aguentar enfartou.Essa é a história de Dominic, um homem que mudou uma cidade inteira, onde todos voltaram a sorrir e ele como bom cidadão rumou a sua casa, até que ao abrir a porta viu que a luz do poste hoje não se apagara, e foi dormir um bom sono.

Essa vida me cança

Imagem do mapa

Sim galera, eu ainda estou vivo (eu acho), como a turma mais chegada bem sabe, dona vivi electra esta morando comigo ja faz alguns meses e sabe como é, “um boi sozinho se lambe todo”, antes era mole de me sustentar e levar a vivi pra balada nos fins de semana, mas agora com ela me batendo enquanto dorme e dando desfalque na minha despensa a coisa aperta para o meu lado, mas não desanimem, qualquer dia desses terei um computador com internet la na loja onde trabalho (assim espero) ou consigo comprar um notebook com 3G, mas se alguém quiser me dar um presente nesse natal agradeço qualquer centavo, pendrives também valem.

Como deu para perceber o meu amigo de longa data Gerson Avilez A.K.A. Peregrino A.K.A. coxinha tem postado uns textos que eu estou adorando ler quando consigo enxotar a vivi do pc (tem dia que só falta eu apelar para alho e água benta).

O Gerson já escreveu um monte de textos bons e acho o texto "O poço dos desejos" seu melhor momento fora outros textos muito bons que ele repostou aqui no brazuca recentemente, pena que eu mau consigo ler os textos por vezes em partes por falta de tempo livre em casa.

Os outros colaboradores do brazuca andam muito atarefados com o cotidiano de brasileiro trabalhador honrado, mas vez pro outra eles postam algo bom aqui.

Por hora a imagem la do topo mostra onde vocês podem me encontrar quase toda madrugada de sábado para domingo, o Garage claro, aquela filial do inferno povoado com "gente estranha que ouve música de maluco" mas o povo se diverte pra valer.

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Conspiradores Nunca Diuzem adeus - Parte III

Capítulo 3 - O Zelador
Ao abrir os olhos, o embaçar ia desaparecendo lentamente até os objetos a sua volta começarem a tomar forma e tornando-o capaz de tentar identificar o lugar onde estava, porém era outro recinto, igualmente opulento e enorme, mas vazio. Seus olhos rapidamente correram de um lado a outro sem encontrar ninguém o deixando nervoso até que ao se levantar viu um homem na porta de um elevador, como uma espécie de recepcionista que lia um livro chamado 'Uma Janela Para a Mentira'. Assustando, Dominic lhe perguntou o que lhe acontecera e o homem disse:

- Você apagou, então lhe trouxe até aqui pois não desejava falar com Baron Mirta?

Surpreso por ter conseguido mediante os obstáculos, Dominic presumiu que fora pelo fato de desmaiar e que para não se chamar à atenção fora levado para lá. Baron Mirta era o patriarca da família Mirta presente em todos os lugares, da política, na arte, e até nas religiões, numa espécie de monopólio do qual os colocava numa posição de cobrar impostos mais impostos do povo, por qualquer coisa.
Ao se levantar, o homem do elevador então abriu a porta e apertou a tecla de um dos andares sem que ele visse. Ao entrar e a porta fechar depois de um breve interlúdio sob a trilha sonora de um funk, a porta se abriu revelando uma imensa mesa na frente de uma janela cuja a vista revelava toda a cidade. No meio do enorme sofá vermelho, estava Baron Mirta quase como que se estivesse sendo engolido por ele. Ele então se virou de uma dezena de diversos monitores de onde via todo o movimento não somente da pizzaria, mas da cidade e antes que este dissesse algo ele falou que não poderia dar a resposta de onde estava seu amigo. Novamente surpreso Dominic antes que abrisse a boca, ficava se perguntando como estas pessoas conseguiam saber de tudo antes dele saber, e o principal como sempre um dizia que outro tinha resposta, e quem deveria tê-la de fato. Baron então falou algo que o deixou ainda mais confuso, ele disse que não era quem verdadeiramente governava. Havia um homem próximo a uma usina hidrelétrica que no subterrâneo visava cada habitante e era responsável pelas luzes da cidade. Identificando-o apenas como O Zelador, deveria procura-lo afim de sanar suas dúvidas.
Muito desapontado Dominic saiu do recinto passando por todos no restaurante que em silêncio agora os acompanhavam, era tudo muito mórbido. Ao pegar a rua, por onde ele passava as luzes dos postes apagavam, mas não era azar, era perseguição, ele agora era capaz perfeitamente de entender aquilo. Na central de luz da cidade havia uma enorme sala do qual contia os interruptores de cada poste público da cidade do qual um homem ao anoitecer ia passando por uma escada como daquelas das bibliotecas acendendo tudo, interruptor por interruptor, era O Zelador.
Porém ao lado havia uma outra sala maior, repleta de monitores de câmeras externas e internas onde se acompanhava o movimento de todos da cidade e aqueles que ele não gostava ia até ao relativo interruptor e apagava a luz dos postes onde este passasse. Porém, após Dominic pegar um ônibus desapareceu. Depois de um longo período de silêncio que agonizava O Zelador, ele derrepente escutou o som da campainha. Tomando imenso susto ao localizar a equivalente câmera, ele se deparou com o rosto imenso de Dominic na tela, fazendo este cair da cadeira e perder o óculos fundo de garrafa que ele usava apenas re-encontrado após tatear alguns instantes. Revoltado, este vai até a porta da usina pegando um micro-fone fala que não vai deixa-lo entrar.
Determinado, porém, Dominic jogou seu casaco sobre uma cercada arame sobre o arame farpado do alto e pulou. Nervoso, o Zelador então abriu um painel onde revelava mais algumas câmeras e junto alguns botões, apertou um que fez abrir um buraco no chão que o jogaria diretamente do alto da represa, mas Dominic se esquivou se agarrando num cano que se partiu deixando escapar muita fumaça, mas não antes dele sair da armadilha. Seguindo enquanto o Zelador aos berros dizia que iria mata-lo, acionou uma rede que vindo do chão visava prende-lo, mas esta nem perdo dele passou. Ao alcançar a porta, com um chute ele a abriu, dando tempo apenas do Zelador sair correndo dando uns grunhidos finos e histéricos e deixando um livro que lia no caminho 'O Mágico de Oz'. Tremendo por de trás de um imenso computador que emitia um ruído intermitente e constante, O Zelador disse que os ordinários chegariam logo, logo ali. Perplexo Dominic o agarrou pelo jaleco sujo e o levantando disse que queria saber do amigo dele. Então nervoso o Zelador disse:

- Somente Adrastéia sabe, não brinque com Deus, pois Ela é.

Já sem paciência Dominic falou onde deveria acha-la, e o largando foi até os monitores e num teclado digitou o nome dela enquanto O Zelador se encolhia num canto em pânico. Então piscou na tela a mensagem escrita nível restrito vermelho. Franzindo então a testa Dominic se virou e viu que O Zelador tinha um cartão com este acesso pendurado no jaleco. Arrancando-o passa este no computador e dá um click revelando o lugar, exatamente no prédio onde era a pizzaria.

Vídeo cacetobas ai gente

Pra alegrar a galera resolvi postar umas cacetobas.

Bom fim de semana pra todos!

Conspiradores Nunca Diuzem adeus - Parte II

Fantasmas do Passado
Este misterioso homem, ninguém sabia quem era, ou onde morava. Era um senhor do qual se dizia ser responsável por todos os ditos populares daquela cidade, o narrador por de trás de cada mito ou lenda, a fonte legítima de todo o saber daquele lugar. Era um anônimo famoso, era alguém, era ninguém...
No dia seguinte, aproveitando que era sua folga depois de seis anos de trabalhos sem férias, ele resolve seguir as pistas dadas por Octavius, chegando até um barraco no pé do morro onde morava um senhor idoso, que ao perguntarem as crianças que cercavam um menino negro de uma perna só veio até a mim e disse que a casa dele era ali mesmo. Após com certa dificuldade conseguir passar por elas, bateu na porta e escutou uma voz abafada dizendo para entrar. O som da Tv entrecortava o ranger da porta e logo viu um homem curvado sentado de costas para a entrada. Estava escuro e assim não era possível ver seu rosto, apenas a textura do ambiente mudava graças a variação das luzes da tela da Tv.
No entanto, curiosamente João parecia saber o porque dele estar ali. E disse sem demora se queria saber onde estava seu amigo. Impressionado, Dominic, estranhou de tal modo que por uns instantes chegou a pensar que este estaria envolvido de alguma forma, e quis se aproximar dele para ver seu rosto, mas antes que pudesse este se levantou e foi até a cozinha.Daquele lugar escuro, ele pegou algo e receoso Dominic deu dois passos atrás, quando ao se aproximar a luz da Tv iluminou parte de seu corpo revelando ser na realidade uma xícara de chá para ele, que educamente lhe ofereceu estendendo a mão para ele se sentar.
Dominic num misto de respeito e medo falou que a muito ouvia falar dele, mas não poderia se demorar, quando João pegou um papel e anotando algo com um lápis velho e muito pequeno disse que deveria evitar os "controladores de massa", eles eram o próprio inferno. Foi então que ao levantar o papel revelou uma série de inúmeros nomes de tantos e tantos outros desaparecidos naquela cidade, incluindo muitos parentes deles.
Descontente com a resposta, Dominic disse que seu amigo por não ser o único a desaparecer, havia desaparecido em circunstâncias similares aos demais, do qual havia dito para Dominic um dia antes que havia visto algo que o assustara muito, e nervoso parecia literalmente ter corrido para sua casa.
João então receoso disse para ele que a fonte de todas as suas dúvidas e perguntas estavam na chamada Pizzaria do Anoitecer, um imenso restaurante mantido pelos Mirta, e frequantado pelas celebridades da cidade. Desapontado, Dominic saiu.
Após ficar o resto do dia refletindo no banco de uma praça, resolveu ir até a tal Pizzaria durante a noite. No caminho encontrou uma antiga amiga dele, uma ex-miss que se prostituía por cinco irreais, a moeda local. Ao revelar que estava indo até o local, ela disse que não seria tratado com respeito, afinal ela mesma era obrigada a viver naquela vida por mais bela que fosse. E ao lembrar de seu amigo, um chef de cozinha daquele restaurante que trabalhava como camelô, após ser substituído pela tia-avó dos Mirta que cozinhava para um botequim no estado onde morava, ela falou que naquele lugar não iria ter oportunidade alguma, mas antes iria ser tratado como um bicho.
Mas Dominic, como ingênuo persistente, seguiu em frente. Ao chegar sentiu uma clara discriminação, as pessoas olhavam para ele com tamanho desdém que fazia ele se sentir desconfortável naquele lugar. Não estava desarrumado mas, era como se todos discretamente o observassem adentrando o recinto por pouco não sendo abordado por um segurança que por falta de motivos não poderia coloca-lo para fora. Mas ficara rodeando próximo quando o vira se aproximar de um garçom.
O Desconforto era tanto, que o fazia se sentir quase como um marginal naquele lugar, mesmo que sendo em puro luxo, e repleto de gente importante, ele sentia penetrar por seus olhos tamanha negatividade que o fazia sentir-se enfraquecido até a exaustão, como se algo subtraísse suas forças. Após falar com o garçom ficou a aguardar o gerente.
Ao olhar para a mesa do lado observou que lá estava Odemira, extremamente gorda e com os cabelos desgrenhados, ela não tirava os olhos dele como se o secasse, assim como Saião Mirta, um dos seres mais esquisitos que já vira, calvo, baixinho e com um imenso nariz, ele no entanto estava cercado por duas mulheres espetacularmente belas. Até hoje, Dominic não era capaz de compreender como um homem que cantava tão mal conseguiu ganhar discos de platina e de ouro, enquanto todos diziam que os escritos de Dominic eram medíocres. No entanto, o pensamento de Dominic lhe escapava, sentia-se como se tudo a sua volta começasse a girar até sua vista escurecer que ao virar-se para o lado simplesmente desabou sobre uma mesa derrubando diversos pratos e fazendo a maior barulheira. Desta vez fora ele quem apagou...

Conto: Conspiradores Nunca dizem adeus - Parte I

Era uma cidade aparentemente como outra qualquer. As pessoas tinham uma rotina, um cotidiano do qual aparentava um lugar comum bem como outras cidades. No entanto, essa cidade era diferente, havia algo como um fantasma que ficava estampado no rosto de cada um habitante, sentia-se algum tipo de medo no olhar das pessoas em relação ao próximo, algo que parecia leva-los a muitas vezes se trancarem dentro de suas casas em determinadas épocas após o trabalho.
Havia um mal que parecia vagar sorrateiramente por cada rua deserta daquela cidade, de sombra em sombra a pular adentrando nem sempre as casas, mas o ímpeto das pessoas as tornando em seres covardes. De perto, então, a cidade ganha contornos perigosos, tristes. Dominic Kaspar, era um jovem típico aquela cidade, de aparência rústica, cabelos crespos completamente rebelados e com dois dentes faltantes em sua boca, era de baixa estatura e curiosamente era um padrão de beleza naquela cidade. Muito respeitado pelos habitantes e os visitantes que ao passarem no posto de gasolina que ele trabalhava a beira de uma interestadual, Dominic parecia ser uma quase celebridade, pois mesmo que a cidade estivesse localizada no meio do nada, todos pareciam conhece-lo, ainda que sendo um simples frentista, pois ele era um grande filosofo e escritor.
No entanto, algo o incomodava juntamente aos demais, um amigo muito estimado por ele simplesmente desapareceu do dia para a noite. Porém, isto não era muito falado entre as pessoas daquele lugar misteriosamente, simplesmente a população todos os meses mudava seu número de habitantes para menor, encolhendo literalmente. Uns chegavam dizer escondidos que se tratava de um caso de abdução por alienígenas.
Desde que ocorrera tal caso Dominic não era mais o mesmo. Ao sair do trabalho ele passou numa barraca para tomar caldo de cana que ele tanto amava. Aproveitando a oportunidade resolveu trocar umas palavras com o homem que fazia o caldo, um astrofísico chamado Octavius, para algumas teorias que Dominic formulava. Após este mostrar alguns cálculos complexos de física quântica este agradeceu e foi quando ia para casa uma pessoa o chamou. Era Deolinda, uma engraxate que era sua vizinha pedindo para espera-lo para ir junto com ela antes de anoitecer. No caminho enquanto ia escurecendo e as luzes dos postes iam se ascendendo uma por uma, seguindo algum tipo de ordem, ela perguntou como ele se sentia após o desaparecimento de seu amigo, afinal ela era PhD em psicologia. Mas sem muito o que dizerem, claramente em seus olhares expunha determinados receios até que ela entrou em sua casa depois de se despedir dele, e a luz do poste enfrente a casa dele se apagou, misteriosamente como muitas vezes ocorria.
Depois de tomar um banho e relaxar, este se sentou para ver Tv antes de dormir como todos os dias fazia após chegar do trabalho, enquanto passava um programa de entrevistas com a escritora Odemira Násser e o cantor Saião Mirta, da rica família Mirta. Dominic pega uma foto em que tirara com seu amigo desaparecido. Muito bonito, alto e moreno, este com seu olhar exalava palavras de tristeza enquanto se escutava as pessoas na Tv debatendo alegremente temas sobre contos filosóficos do livro de Odemira. Quando este então pegou um pequeno papel, onde Octavius, o homem do caldo de cana lhe passou, que ao virar havia alguns números do qual na realidade era um código para Dominic, uma mensagem, que ao decifrar revelou uma pessoa que deveria procurar para saber sobre o seu amigo desaparecido. Era João da Silva...

Ironia cotidiana

Semana passada dona mama torrou meu saquinho com perguntas de resposta óbvia, eu como todo adulto ocupado com os problemas cotidianos respondi com ironia sem ofender mas claro que fui criticado. Só para ilustrar vou dar um exemplo que o meu Amigo Lucio mandou para patroa dele no orkut e achei interessante como uma forma de ilustrar como as vezes as pessoas nos irritam com poucas palavras e que devemos levar a vida na vaselina.

Você está dormindo e alguém pergunta:
- Tá dormindo?
- Não, treinando para morrer!

Você leva um aparelho eletrônico para a manutenção e o técnico pergunta:
- Tá com defeito?
- Não é que ele estava cansado de ficar em casa e eu o trouxe para passear.

Cai uma Chova torrencial la fora mas você tem um compromisso urgente:
- Vai sair nesta chuva?
- Não, vou sair na próxima...

Você acaba de levantar vem 1 idiota e pergunta:
- Acordou?
- Não, sou sonâmbulo!

Seu amigo liga para sua casa e pergunta:
- Onde você está?
- No Pólo Norte, um furacão levou a minha casa pra lá!

Você acaba de tomar banho e alguém pergunta:
- Você tomou banho?
- Não! Dei um mergulho no vaso sanitário!

Você está pescando quando alguém passa e pergunta:
- Você pescou todos esses peixes?
- Não! Esses são peixes suicidas!

Rir para desestressar?!?
É o jeito ne?