26 de março de 2010

Como abrir o Windows Explorer numa determinada pasta?

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E ai galera, tempão não postava aqui, mas sabem como é vida de blogueiro que não vive do blog. Essa dica eu realmente vivo esquecendo de postar aqui mesmo sendo algo que adianta um pouco o meu dia-a-dia, o Daniel P. Guimarães descreveu tão bem que nem tenho como mudar algo na descrição de como fazer, então vai uma copy and paste com muito respeito ao trabalho dele nos ensinar a reduzir a chatice do explorer abrir sempre numa pasta que não é a que costumamos acessar inicialmente ou com mais frequencia.

Normalmente ao abrir o Windows Explorer este já mostra a pasta onde o Windows está instalado. Muitas vezes queremos mudar este comportamento, fazendo com que ele seja aberto numa pasta específica. No exemplo abaixo vamos fazer o Windows Explorer abrir diretamente na pasta Meus Documentos. Veja como é fácil:

* Clique com o botão direito do mouse na área de trabalho e escolha Novo > Atalho. A caixa de diálogo Criar Atalho aparecerá.
* No campo Linha de comando digite explorer.exe /e, /n,c:\PASTA DESEJADA e clique em Avançar.
* Na tela seguinte digite um nome para este atalho, tal como Documentos.
* Clique em Concluir para que o atalho seja criado. Agora é só abrir este novo atalho para que o Windows Explorer abra diretamente na pasta desejada.


Observações

* Este procedimento foi testado com Windows 95 e Windows XP, mas deve funcionar em todas as versões a partir do Windows 95.
* Para que o Windows Explorer abra diretamente em Meu computador, a linha de comando deve ser "explorer.exe /e, /n," (sem aspas).

Valeu Daniel P. Guimarães do site  www.tecnobyte.com.br

21 de março de 2010

Reflexões sobre o espaço-tempo

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"Tais singularidades que seriam capazes de torcer até mesmo tempo, partindo-se do pressuposto da própria relatividade certamente influenciaram Thorne na concepção de uma estrutura que seria capaz de varar o universo no espaço-tempo, os chamados buracos de minhoca ou Pontes de Einstein-Rosen podendo literalmente transportar algo de ponta a ponta do universo dos pressupostos de massa-gravidade em sua influência no próprio tempo como saída de ligação entre dois corpos distantes, como se o espaço-tempo continuo fosse um lençol que se pudesse dobrar juntando-se as duas pontas opostas como os pontos de partida e chegada. O problema é que estes wormholes seriam tão pequenos e rápidos que tornariam inviáveis a concepção de uma viagem através destes. Apesar de mesmo sendo teórica esta idéia nos leva a concepção da possibilidade de simetrias e supersimetrias espaciais que pudessem a favorecer tal como a concepção (em menor escalar) como dos fractais, onde pontas similares ou idênticas poderiam ser como equivalentes que se ligassem, donde se parte a teoria da Matéria Espelhada, simetria espacial ou meramente reflexiva de forma amplificada mesmo que inicialmente intra-galaxiana, mas se tal se comprovasse como sendo muito mais que simetrias de corpos celestes demonstrariam alguma outra lei universal ainda maior e mais poderosa que regessem as demais.
Os neutrinos seriam a teoria debatida pelos cientistas para a resposta da rotação das galáxias que não apresentariam massa suficiente para tal, de acordo com a descoberta de Vera Rubin, do Instituto Carnegie, nos anos 70. Este comporia parte da suposta matéria escura que, no entanto, permanece pendente do que seria o restante, tal como sua própria existência. Tais dúvidas até mesmo colocam os cientistas sobre os próprios cálculos de gravitação desenvolvidos por Mordechai Milgron, partindo das leis de Newton, ou seria, simplesmente uma percepção errada destes fenômenos? E se até mesmo boa parte da galáxia fosse apenas uma "reflexão" vibracional? Tal mistério também diz respeito a própria expansão do universo em aceleração que segundo estes poderia ser respondida pela mesma matéria escura proposta sobre os quintáxions aparentemente contrariando conceitos gravitacionais tradicionais.
O Próprio telescópio Hubble ao captar os espectros emitidos pelas galáxias levaram a conclusão de que estas quanto mais longes maiores eram suas velocidades onde o desvio vermelho tal significava e em alguns casos em velocidades próximas a da luz. Como seriam possíveis tais observações se nós estando igualmente longe destas não estamos a se mover em igual velocidade? E se tais observações sobre o Tempo seja tal como a da gravidade, variável, mas que por ser tempo componha em variações da própria luz e assim das imagens e espectros pelo Hubble captado?
Segundo noticiado alguns estudos iniciados em 2008, supuseram que tais galáxias "viajariam" por algum tipo de fluxo negro como provável resposta a tais observações mesmo que nem mesmo tal "fluxo" não seja compreendido pelos próprios mediante o Universo observado - que limita-se a captação de imagens e energias, diga-se de passagem - a empurrar estes chamados clusters (galáxias) em tipos de correntes de modo aparentemente seletivo e completamente pendente de explicação plausível tal como se constatou que nosso sistema segue um similar fluxo em direção a Hydra e Centaurus, o que entretanto não responde as perguntas feitas anteriores se não apenas a torna-la mais complexa.
O Primeiro a utilizar o conceito da Matéria Escura fora Fritz Zwicky, mas somente Jim Peebles e Jerry Ostriker utilizaram o conceito da Matéria Escura para poder explicar tais problemas em 1973. Porém, Steidel e Kurt Adelberger em 2001 descobriram possíveis "ventos" supostamente provocados por supernovas que eram tão intensos capazes de fazer a matéria comum fugir da atração da matéria escura, as únicas não afetadas pelo fenômeno. Tais ventos, assim como os buracos negros podem interferir diretamente no tempo!"


Trecho Chronologos, Fronteiras do Tempo de Gerson Machado de Avillez

7 de março de 2010

Trecho de Anomia of Solage de Crônicas Atemporais

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Anibal Ad Portas
2013, órbita terrestre, um satélite com o símbolo da Bug´sTime gira numa órbita estacionária entre os Estados Unidos e as Américas se interligando a outros numa rede que rivaliza com a de grupos de comunicação e científicos. O mundo mal sabia, mas acabara de ser salvo graças aos atos de John Octavios como um personagem conhecido a impedir os vetores que levariam ao fim do mundo.
Na frente do satélite se torna visível o símbolo da Bug´s Time com seus ponteiros tendo ao lado os captadores e espelhos de suas asas, quando de repente uma pequena luz verde começa a piscar como se enviasse algum tipo de sinal mudando para vermelho. Um objeto de fora desta órbita surge por de trás do satélite terreno em grande velocidade e em direção sua direção até que seu tamanho revela-se cerca de umas 30 vezes maior colidindo contra ele e simplesmente o destruindo. É um UTR (Uncorrelated Targets Reports) não um mero bólido, porém estacionando numa órbita regular em torno do pequeno planeta azul.
Os alarmes de diversas agências que monitoram não somente os satélites, mas de possíveis asteróides em rota de colisão soam a determinar tal objeto de tamanho peculiar aos demais.Rapidamente o ônibus espacial columbia que estava na ocasião estacionado a ISS é enviado com um suporte de combustível e suprimento extra a fim de se acoplar e fazer imagens do objeto.
Apesar de sua superfície estar claramente marcada por pequenos buracos provocados por pequenos meteoritos, o tornando no externo parcialmente queimado, este sem dúvidas era um artefato artificial construído por algum tipo de inteligência de fora da terra.

- Receio que tenhamos descoberto provas conclusivas sobre vida fora da Terra. - disse um dos homens da NASA ao fazer imagens ao vivo para a terra. - permissão para acomplar e interceptar tal UTR.
- Permissão concedida - respondeu Houston

Dois homens trajando seus universos saíram de seu compartimento utilizando-se de propulsão para alcança-lo e encontrando uma comporta que utilizando de um sistema simples de abertura conseguiram abri-la. Ao entrarem o ambiente amplo mas escuro apenas era irrompido pelas luzes das lanternas de seus trajes que rapidamente iluminou algo que os deixaram confusos. Palavras escritas em português e inglês 'Ark of Time' onde em diversos compartimentos haviam nomes de amostras genéticas de plantas, e animais diversos, coletâneas de nossa história, com músicas, filmes, obras de artes e literatura, um pedaço completo de nosso mundo compactado naquele artefato onde ao se acessar um computador viu-se a data 2254.
A Nasa e as demais agências espaciais entraram em polvorosa, mesmo que tais imagens não tivessem sido divulgadas para o mundo, pela rápida intervenção de diversos homens como Alvaro Watchman, queria descobrir do que se tratava aquilo. Um objeto vindo diretamente do futuro e revelar que nosso mundo havia acabado.
John Octavios está a flutuar, mas como dentro de um fluído fino como se fosse dentro de um útero simplesmente viu suar partes e membros transcenderem recuando no crescimento até que ele se tornou um feto novamente.
Era um sonho, Octavios acordou perplexo com tal e ao receber o contato de sua fonte dentro do DIA descobriu sobre o incidente na órbita terrestre, completamente estarrecido resolveu contactar a T.E.M.P.U.S. secretamente sobre o ocorrido, a ser relatado diretamente a Teogoras. A transmissão de dados do vídeo era péssima, graças a interferência provocada pela recente entropia.

- Você quer dizer que a concorrência de vocês são os OVNIs? - perguntou Octavios - e o papo de estarmos sós no mundo?
- Chame do que quiser, eles trabalham nisso aparentemente mais tempo que nós, e dominam a tecnologia para tal mesmo que querem algo em nós que não sejam capaz de ter. - respondeu Teogoras. - Porém acredito particularmente que este caso tenha sido uma interferência para nos sabotar a nós mesmos, ataque medíocre típico dos homo nulus.
- Eles não podem atuar diretamente deste modo. - disse Octavios
- Por isso mesmo vivem de sabotar, roubar, anular e utilizar seus pares para atuar diretamente em seu lugar. - respondeu sem paciência Teogoras.
- Podemos impedir isso numa missão preventiva a nós mesmos? - indagou Octavios.
- Não podemos nos contactar a nós mesmos no passado existencial para interferir numa missão anterior. Os danos que provocariam podem ser imprevisíveis e irremediáveis. Por tanto neste caso, quando este artefato trazendo descobertas e história do futuro, talvez seja um favor que Watchman esteja fazendo em impedir a publicação, mesmo que involuntariamente.
- Concordo - respondeu ele - Porém me preocupa se lá tiver informações sobre nós, anos querer sabotar.
- Infelizmente é um risco que temos que correr. Desligando, e retorne a base, sua missão foi cumprida com sucesso, não se prenda ao sucesso deste lugar. - finalizou Teogoras.
- Afirmativo. - terminou Octavios a ligação inter-temporal.

Octavios sabia que havia gente cuja mentalidade medíocre e injustificável, que pós fogo na biblioteca de Alexandria, impedia a verdade de ser revelada se não contra os fatos numa falsificação da realidade. Mesmo que no caso da T.E.M.P.U.S. por estar fora de sua linha temporal oriunda tinha por diretriz não faze-lo a salvo exceção de Octavios, os transtornos históricos que estes provocavam no mundo eram imensuráveis, sendo capazes de criar guerras por mera disputa de conhecimentos onde pessoas que viviam em condições sub-humanas deveria se submeter as suas regras parciais e injustas de constante castigo mesmo que num lado completamente oposto estivesse expostas, hipocritamente expostas.
Alguns anos depois após esta missão dentro da T.E.M.P.U.S., na Zona Neutra XT-1001 Conort, um dia antes da perda de contato com as demais, Zona Temporal Neutra 086 Conoeste. Alguns novos agentes após aceitarem a missão nobre da T.E.M.P.U.S. resolveram participar do programa de nossos temponautas, aspirantes após os conhecimentos adquiridos. Estes foram salvos após o incidente do ponto do espaço-tempo onde diversos abduzidos de outras épocas eram colocados e viviam praticamente sem memória. Entre estes estavam alguns sobreviventes de Ronoake e Dominic Kaspar que teve papel importante nisto e graças a Deus poderia ser alguém por seus próprios talentos e se encontrou empolgado após ter suas memórias recuperadas junto aos demais que agora, não poderia retornar ao tempo original, afinal já eram crescido pra dizer no mínimo.
John Octavios foi designado a instruí-los, apresentando o recinto após os testes preliminares destes aspirantes e depois de conhecer o próprio futuro de quando a T.E.M.P.U.S. foi fundada, onde os demais permanecerem numa re-integração a esplendido lugar onde a pobreza era o único ser extinto junto a injustiça e a dor.

- O nome verdadeiro deste lugar deveria ser segredo, pois aqui é onde estes correm como o sangue nas veia de seu corpo, segredos bons e segredos venosos, segredos de todas as cores e tamanhos, mas por isso mesmo você precisa de um que seja apenas seu e diga apenas a respeito de você, mas ninguém, um segredo criado ou não, sentido ou pensado do qual você possa se segurar quando o tempo fechar e não tiver como correr. - disse Octavios para os aspirantes. - Alguma pergunta?
- A quanto tempo existe a TEMPUS? - disse um deles
- Depende, cronologicamente na terra? Pois se o é não seria mentira dizer que estamos há séculos. Mas a existência de serviço de nossas bases ultra-secretas? Não mais que uns 28 anos numa cronologia própria. Mais alguém? - disse Octavios quando apontou para Dominic que levantou a mão.
- Se uma pessoa morre numa linha temporal, no passado continua viva, então para onde vai a alma? - perguntou.
- Isso aqui não é aula de teologia ou religião meu caro, mas ciência. Porém, Teogoras, não confundam seu nome, tem algumas teorias formuladas sobre tal chamada poli-consciência. -finalizou Octavios
Um outro jovem levantou a mão e perguntou sob a permissão de Octavios.
- Se o futuro não existe e você é um agente do futuro, logo não deveria existir. - disse outro destes.
- Tais concepções são estudas por anos pelo nosso Teogoras e como disse se resume nas concepções de policiência ou multi-consciência. - respondeu Octavios - Porém, como se podem perceber, não podemos retornar mais de duas vezes as mesmas linhas temporais resumindo nossas viagens a observação mediante o isolamento do quantum, ao preenchimento de lacunas e correções temporais.

Após as perguntas serem finalizadas os jovens foram orientados pelos grandes saguões do local onde diversos trabalhavam enquanto Octavios explicava cada um destes lugares em particular aos seus alunos.

- Como se podem observar - disse Octavios - Neste nosso pequeno acervo consta artefatos lisonjeiros provam nossas viagens temporais através dos tempos, mesmo que aqui, não esteja o mapa de Piri-reis e as pilhas rudimentares feitas por Stoneset em tempos remotos. Artefatos conhecidos em linhas temporais futuras abertamente.

Em seguida chegaram ao local onde os equipamentos diversos utilizados pelos temponautas eram usados, tecnologias ultra-modernas que graças ao trabalho dos gênios da T.E.M.P.U.S. foram desenvolvidos em pleno suporte técnico e condições de trabalho. E assim ele pegou o medidor quântico utilizado por eles nas missões pelo espaço-tempo e disse:

- Como vocês podem observar esta é a pulseira quântica, sem ela vocês não são nada em suas missões temporais, estas fazem leituras de entropias e regularidades quânticas e suas interferências pertinente a interação e observação previamente planejada, do qual um único átomo pode criar uma explosão nuclear. Tenham em mente isto. - disse Octavios e após um curto tempo de silêncio disse - Os Taquions e outras partículas devem sempre corresponder cotas equilibradas de limites que não podem ser menores nem excessivos a criar distúrbios nas teias metafísicas do tempo quântico, cujos exemplos das simetrias proporcionais são provas do caos positivo e negativos mediante interações temporais dos qual a tese da flor de mil pétalas são provas das ressonâncias temporais proporcionais.

Ao finalizar este discurso, porém Octavios sente náuseas e tonteira e sai e após pedir desculpas se retira do recinto deixando para seu auxiliar os orientar até suas salas de aulas teorias.

Visitem meu blog En-migrom clicando aqui.

3 de março de 2010

Chronologos: Fronteiras do Tempo: Partis Zero

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Partis Zero
Além de Tudo:
Buscando Paradoxos Reais

Gerson Avillez

O Termo energia vem do grego energes do qual significa 'atuar' derivada da palavra ergon (obra), ou seja, significa aquilo que atua e(ou) produz efeitos. Mas de onde vem a energia? Falando superficialmente seria do movimento que viria a energia e a energia do movimento, mas ambos parecem ser pendentes do tempo de onde dependem plenamente. Pressupõe que com o Big Bang toda a matéria e ondas tiveram inicio, mas e o tempo? Do que depende por sua vez o tempo uma vez que sabemos que até mesmo a luz tem uma fonte e causa? O tempo seria uma malha donde todos estes elementos interagem e do qual dependem primordialmente e a energia nada mais é que fruto deste...
O próprio conceito da eletrônica descoberto casualmente pelo filosofo Tales de Mileto, por volta de 600 a.C. quando friccionava um pedaço de pano com o âmbar que no grego é elektron, mas curiosamente em 1935 Whilhem Karniy descobriu vasos de argila que funcionavam como pilha nas áreas onde hoje é o Iraque. A matemática se tornou essencial para nossa vida desde concebida pelos filósofos gregos como meio de compreensão do universo, e avançou profundamente na física, química e outros seguimentos se consagrando como ciência como qualificação das leis do qual tornava possível se fazer medições, cálculos e previsões probabilísticas e estatísticas.
Desde os tempos de Gallieu se observou a catalogação das primeiras leis das quais observando o fenômeno da gravidade em sua lei constatou que todas mudanças dos movimentos tem por causa determinadas forças do qual mediante sua observação e conhecimento seria possível se prever parcialmente ao menos, destes elementos viera a suposição da energia inerente a tais forças responsáveis pelo movimento. Não se demorou, no entanto, para se notar as limitações mediante as observações feitas por Gallieu por lacunas a serem preenchidas por Kepler, Newton e muito posteriormente Einstein, dando seguimento as suas obras de forma cumulativa, donde de todas as leis as únicas quebráveis desde o ínicio se comprovou como sendo as da ética, cujas leis humanas exclusivamente lidam.

"Em física quântica, muitos comportamentos paradoxais podem ser observados (o princípio da incerteza de Heisenberg, por exemplo) e alguns já foram atribuídos ocasionalmente às limitações inerentes da linguagem e dos modelos científicos."

A Física quântica parece não seguir inicialmente o mesmo percurso consagrado da Relatividade, porém, constata-se similar importância sob muitos aspectos para se explicar alguns fenômenos mesmo que ainda assim se permaneça pendente mediante a Relatividade Geral de Eisntein, o fruto da busca mutua que antes dividia em dois os campos da física resulta na chamada ciência do Tudo tão polêmica e por vezes distorcida. A explicação da física quântica para a existência das partículas é que seriam na realidade resultantes de um ponto comum, um campo subjacente donde o fenômeno comum da mecânica quântica propõe partículas e ondas, mas ausenta a existência destas ligadas ao tempo. De certo se rompe o dimensional conhecido podendo em hipótese até mesmo romper as frequências temporais, assim determinando um evento desconhecido a nossa ciência e conhecimento. Muitos séculos atrás o filósofo grego Aristóteles, disse que o som e a luz eram capazes de viajar apenas pelas ondas do ar. Apesar de obviamente a luz não ser dependente deste, somente séculos depois, no século XVII, se conseguiu provar a validade de tal teoria da não propagação do som vácuo por Robert Boyle em 1658.

"O salto conceitual que o físico alemão Max Planck deu em 1900, engendrando a base da mecânica quântica, reformulou de tal maneira a visão do mundo que, ao menos um historiador da ciência, não teria razões para supor que seu impacto já tivesse sido todo absorvido."

CAPOZOLI, U., Presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Científico (ABJC)

Nas temperaturas próximas do Zero absoluto a uns 300 graus abaixo de zero, os átomos de determinados matérias permitem passar livremente toda corrente elétrica anulando a resistência elétrica no que se chama supercondutividade. Tal fenômeno observado por Max Planck em 1912 passou a se chamar Energia de Ponto Zero, quando Planck busca derivar energia de forma diferente ao proposto em 1900 que ao demonstra a essa temperatura negativa o oscilador e sensores não detectavam zero, mas sim meio quantum (de onde deriva-se o conceito central da quântica) e considerada uma das energias mais baixas na mesma, mas jamais sendo obtidas como resultante consequentes de um principio fundamental que juntamente perante a Incerteza de Heinsenberg parece se demonstrar inviável a exploração de energia neste aspecto. Apesar de Albert Einstein e Otto Stern terem a explicado em 1913 pelo de nome de energia residual ('Nullpunktsenergie') somente em 1925 Werner Karl Heisenberg conseguiu demonstrar como reagiam tais átomos. Se acreditava que todos os átomos parecem ao atingir a Temperatura de Ponto Zero de modo a reter energia dentro de si, mas somente a Mecânica quântica conseguiu explicar os desdobramentos consequentes com maior precisão.
A supercondutividade funcional mediante o vácuo conforme comprovado demonstradamente por Hendrik Casimir em 1948, ao utilizar-se duas placas neutras, servindo para demonstrar inclusive que tal força é existente no espaço sideral considerada também uma forma de energia ponto zero, descrita como 'estado estacionário' tal como o efeito de Casimir, mesmo mediante controvérsias funcionando apenas sob alguns aspectos na cosmologia tal como é a Relatividade para a Quântica, conforme comprovado por Steven Weinberg, se tornando uma teoria de existência não comprovada e por isso a duvida. Mas como tem se tornando comum, tais observações teóricas e prática destas "exceções" não demonstrariam a desqualificação ou contradição conforme o próprio principio da Incerteza supõe, deixando em aberto a questão.
No dia 21 de Março de 2006 dois cientistas da Agência Espacial Européia (ESA), Martin Tajmar e Clovis de Matos divulgaram o que acreditavam ser a primeira medida de campo magnético gravitacional em laboratório depois de mais de 250 experiências em oito meses de pesquisa pelo chamado momento Londres que é um campo magnético criado por rotações em altíssima velocidade por anel supercondutor (giroscópio), isto é, feito de determinados materiais que próximas a temperatura do zero absoluto perdem toda resistência elétrica. Mesmo que seu pressuposto teórico do experimento de que uma massa em movimento gera um campo gravitacional tenha sido considerado fraco mediante aos conceitos da Relatividade Geral tal pode ter sido superado quando fora testado em pequena escala graças a sensores de aceleração instalados em diversos pontos do experimento para medir a resultante dum possível campo gravitomagnético no qual chamaram de Momento Londres Gravitomagnético por se diferenciar dos chamados pares de Cooper em que o novo fenômeno descrito gerava uma anomalia explicada por eles como resultante deste fenômeno do supercondutor em rotação. Mesmo que pendente de experimentos posteriores que o confirme e mesmo que os 100 milionésimos de aceleração se deve ao campo gravitacional terreno acabou sendo muito maior que o previsto pela Teoria da Relatividade Geral demonstrando a necessidade de aperfeiçoação possivelmente no âmbito da Relatividade, e se tornando um passo de aproximação das teorias quânticas com a Relatividade Geral, mesmo que inicialmente tenha sido exclusivamente na última.
Apesar de Faraday em 1831 ter realizado um experimento similar, já o chamado efeito Podkletnov fora reproduzido por supercondutores em movimento sem grande sucesso nos anos 90 e caindo gradativamente no esquecimento popular. Criado por Eugene Podkletnov na Universidade Tampere de Tecnologia (Finlândia), em 1993 sendo divulgada como revolucionária em publicações de renome do ramo como Journal of Physics-D: Applied Physics, do Instituto Britânico de Física em novembro de 1996 e pesquisado profundamente pela NASA tal como o Instituto Max Planck da Alemanha, mas sem resultados igualmente revolucionários. Nos experimentos realizados na Finlândia inicialmente para medir a supercondutividade de cerâmica em temperaturas próximas ao zero absoluto, utilizavam de pequenos objetos como bolas de golfe que ao serem colocados no mecanismo criado por Podkletnov com um pequeno anel de aproximadamente 20 centímetros de diâmetro que girava a 3 mil rotações por minuto impulsionado por energia eletromagnética de dois imãs dentro de um recipiente de gelo seco fazendo tais objetos criarem uma espécie de escudo anti-gravimagnético, onde fora constatado que a exemplo da bolinha de golfe perdera 2% de seu peso medido por uma balança supersensível. A descoberta casual fora da seguinte maneira segundo o próprio Podkletnov:

"Nós estávamos trabalhando até altas horas da noite e um de nossos amigos chegou para nos visitar em nosso laboratório. Ele é uma pessoa muito simpática. Tinha uma longa barba e costumava fumar cachimbo. Ele estava infestando o laboratório com fumaça e então percebemos que a fumaça chegava ao local do nosso experimento, encontrava uma barreira invisível e imediatamente ia embora. Isso acontecia numa área que era a projeção do pequeno disco que estávamos usando para testar os condutores. Nenhuma fumaça conseguia entrar ali. Para ter certeza de que havia alguma influência do experimento na fumaça, fomos ao andar de cima e, com um barômetro, tentamos encontrar uma área onde a pressão estivesse reduzida. Ficamos surpresos, mas pudemos determinar facilmente essas áreas onde havia pressão reduzida do ar. Elas correspondiam exatamente à projeção do nosso disco supercondutor. Era uma prova clara de que realmente tínhamos uma espécie de escudo gravitacional".

Após constatar a diminuição do peso do corpo Podkletnov inseriu mais um anel na rotação do mecanismo notando uma proporcional diminuição do peso destes objetos e o levando a elaboração de um mecanismo com diversos anéis de modo a serem capazes de anular seu peso, assim a gravidade neste, mas sem sucesso. Em 1994 o físico italiano G. Modanese após entrar em contato com Podkletnov o enviou um modelo teórico que explicasse o fenômeno para sua equipe. Imediatamente Podkletnov confirmou que seu modelo diminuía cerca de 0,5% do campo gravitacional terreno, levando G. Modanese a publicar um relatório aos cientistas americanos em maio de 1995 levando no final de 1996 o inventor eletrônico J.Schurer então em contato afim de desenvolver uma versão simplificada do mesmo mecanismo tendo seus estudos catalogados na Gravity Society, que visa estudos específicos a supercondutividade e gravidade.
Isso aproximaria não somente a especulação da criação de campos gravimagnéticos no espaço para a exploração espacial tal como proposto no Centro Espacial Marshall da NASA em Huntsville, no Alabama, a intenção de construir uma nave movida a propulsão anti-gravitacional no chamado Projeto Delta G, tal como a desejada anti-gravidade em si e a observação de torções espaciais inerentes ao equivalente da massa a gravidade, abrindo precedentes interessantes mesmo que inicialmente ínfimos fisicamente. De igual modo um projeto chamado Nanocase buscam um meio de explorar tal energia, mesmo que mediante o conhecimento atual seja impossível.

"Nossa penetração no mundo dos átomos, antes vedado aos olhos do homem, é de fato comparável às grandes viagens de descobrimento dos circunavegadores... Essa descoberta, com efeito, gerou uma novíssima base para que se compreenda a estabilidade intrínseca das estruturas atômicas, a qual, em última instância, condiciona as regularidades de todas experiências corriqueiras."
BOHR, N., Física atômica e conhecimento humano: 30

Dentre os projetos realizados há ainda aqueles que permanecem obscuros ao grande público incluindo sem se saber a veracidade deste se não o é um mito construído deliberadamente. O que se diz num dos aspectos obscuros da Segunda Guerra Mundial é que o nazismo estaria realizando um projeto secreto com um artefato supostamente alienígena chamado de Sino, algum tipo de objeto similar a um sino de Lituano do qual utilizava-se de um material líquido radioativo chamado Xerum 525 que vibrando em determinadas freqüências seria capaz de gerar um campo antigravitacional. O fato é que com o termino da Guerra o suposto artefato tal como o material de estudo teria sido saqueado por uma das nações vitoriosas e nunca se soube ao certo.
Ainda durante a Segunda Guerra Mundial, em 1943, houve ainda um Projeto americano bastante peculiar sob a pretensa inicial de tornar um Destroyer invisível aos radares inimigos, também chamado de Projeto Rainbow e Phoenix Projetos 1-3 que teriam seguido como forma de investigação. Segundo o oficial Carl Allen a um autor de um livro sobre o tema, Morris Jessup, em 1956 tal como posteriormente para os autores Moore & Berlitz (“The Philadelphia Experiment”) relata que em outubro de 1943, na Virginia teria visto o Destroyer USS Eldridge simplesmente desaparecer diante de seus olhos. Entre os supostos envolvidos no Projeto estava o cientista Nikola Tesla, John (ou Janus) Von Neumann e até mesmo Albert Einstein. No entanto, outro suposto participante, Al Bielek que declarou ter sofrido até mesmo lavagem cerebral, e somente na década de 80 surgiu para falar sobre o caso relatando que este teria sido realizado na realidade em 23 de julho e 12 de agosto de 1943, onde afirmava que tal experimento resultou na locomoção do objeto através do tempo, do qual segundo outras testemunhas teriam visto uma estranha nevoa esverdeada no local tal como seus tripulantes teriam sofrido náuseas. Em 28 de outubro do mesmo ano outro teste teria sido realizado sobre a supervisão de Carl Allen no Destroyer USS Andrew Furuseth quando teria visualizado o surgimento do destroyer USS Eldridge sobre a mesma prescrição da estranha nevoa verde arredondadas vindo a desaparecer novamente em seguida. O que teria se seguido é que a própria tripulação que testemunhou tal evento teria adoecido e até mesmo muitos enlouquecido, onde relata-se que muitos desapareciam como Jacob L. Murray, e reapareciam, surgiam em chamas e até mesmo cinco destes teriam se fundido ao metal do navio donde estavam. O que se sabe abertamente é que em 1971 tal projeto fora transferida para as bases militares em Montauk, Nova York para fugir dos olhares do público e que de onde uns dizem ter sido rebatizada como Projeto Montauk, onde até mesmo relata-se que em 12 de agosto de 1983 num novo experimento se teria aberto um portal dimensional que teria trazido para o USS Eldridge sob os mesmos efeitos posteriores. Permanecendo obscuro sobre a veracidade das afirmativas mediante contradições e até mesmo suposto envolvimento de alienígenas, chegando até mesmo se afirmar a participação de uma divindade azteca chamada Quetzalcoatl, sendo tido por muitos como um Hoax.
Justamente pelas leis das partículas não se aplicarem plena e diretamente ao mundo macro demonstra que a intervenção meramente observativa dos átomos segundo o princípio da Incerteza de Heisenberg sugere algum tipo de inteligência ou supra-consciência, algo não descrito meramente por leis de modo explicável, mas como uma mensagem divina que dissesse: "Daqui não passarás". E é justamente este elemento que curiosamente impede do homem conseguir decifrar e extrair qualquer forma de energia tornando-se vítima de sua própria curiosidade. Não obstante, apesar da aparente contradição demonstra-se como um legítimo paradoxo.
A Observação em paradoxo do tempo tal como previsto pela própria Relatividade se aplica de forma bastante similar às leis propostas pela mecânica quântica relacionadas ao Princípio da Incerteza de Heinsenberg, onde a observação e medição do suposto navegante em relação aos que habitam serão diferentes ainda que de forma não necessariamente interativa, na verdade porque passam a compartilhar realidades diferentes o que não seria muito errado colocar-se tal em retrospecto com tal Princípio. O problema está é na alteração desta observação mútua nível quântico, e talvez a chave de toda questão, mesmo que, no entanto, fica-se clara não se tratando de uma mera observação, isto é, ilusão ou mera óptica como uma miragem ou efeito Doppler, mas ocorrências factuais comprovadas cientificamente. De igual modo que essa perceptividade pode gerar enganos ópticos também poderão ocorrer conclusões igualmente enganosas resultantes da especulação...
A Própria viagem temporal é possível perante a física, mas apenas a frente, de modo que não seria incorreto afirmar que todos nós estamos constantemente viajando no tempo, rumo ao futuro, mesmo que numa medida comum a todos na Terra conforme a Relatividade, mediante a ínfimas variações orbitantes medidas apenas por relógios atômicos, graças as diferenciações provocadas pelo corpo gravitacional e a massa da Terra de forma proporcional a este. Mas nos estudos da Antimatéria, isto é, a antipartícula ocorre quando a rotação desta é ao contrário no que alguns chamam de MIC (movimento Intra-Corporal), de forma negativa, alcançasse o valor de peso zero que ao contrário da massa infinita que se alcança quando chega a velocidade da luz, o fenômeno similar observado nos Buracos Negros levando ao exemplo da massa duma estrela ao colapso por exceder a resistência do espaço-tempo comum (o caminho deve ser oposto), demonstra haver claramente um segredo de impossível teste se não por equações e teorias.
Um fenômeno intrigante e que se assemelha ao proposto pela Matéria Espelhada está a do Efeito Doppler que na astronomia parece sugerir uma quase repetição da imagem ou sua noção tal como poderia ocorrem em IK Pegasus, o que poderia ser um elemento que poderia servir de compreensão a tal teoria se não qualifica-la como tese. E se há semelhanças entre as propriedades da luz com a da matéria do corpo? Alguns cientistas propõem que de igual modo as propriedades da luz sejam partículas e ondas, o que abriria um precedente curioso em relação a este pressuposto, uma vez que ao vermos as estrelas, na realidade a luz delas no passado, ver poderia significar em alguma hipótese ‘ir’ ao passado?
Noutro aspecto esse eco existencial poderia se demonstrar em diversos outros fenômenos do além lei (sobrenatural?), sendo repetições normalmente vazias circundando o original como um Efeito Doppler. Isso poderia ocorrer, pois o tempo assim como boa parte das energias que dele depende intimamente são como ondas cada qual sua frequência de modo que poria se propagar refletindo-se de volta assim como a imagem num espelho quando sintonizada na mesma. O curioso aspecto é que as mais variadas forças tem sido estudadas, das propriedades da luz ao menor dos átomos, mas não o tempo em si. Enquanto tais se demonstram muitas vezes como ondas e partículas a nível paradoxal cujo é essencial distinguir de contradição, finalmente a física quântica encontra a relatividade no que se diz referente ao tempo. Tal conceito é a verdadeira síntese proposta na Filoversia, a Filosofia Quântica.
Isso serve, sobretudo para demonstrar que no campo da ciência a filosofia (e por vezes a teologia) acaba por cruzar-se sendo praticamente dependentes sob alguns aspectos, onde a exemplo da potência serve de grande determinador explicativo do Gato de Schrödinger onde a observação altera e afeta, a medida que a não observação mediante a "anulação" de sua potência opressoramente (o gato está preso numa caixa, tal como proposto no conceito da Caixa de Auster), anula o ser cuja a essência demonstra-se clara e naturalmente seu livre-arbítrio e potências mínimas, mediante o SOIP (Sistema Orgânico de Interação de Potências) onde a única lei constante em ambos os mundos (tanto macro quanto micro) é a da ação e reação delimitada por tais potências. A busca incansável pelo controle demonstra aqui sua verdadeira faceta, controle é poder que mesmo mediante imprevisíveis efeitos colaterais anulando o ser de seu querer, isto é, livre-arbítrio apenas demonstra-se como a verdadeira anomia, tal como é uma doença, quando não nos tornando apenas membros no puro conceito de "robô".

"Assim, descobriu-se recentemente que na natureza tudo está subordinado a uma ordem, até mesmo os fenômenos confusos, sem nexo, totalmente imprevisíveis. Esta ordem ‘superior’ é capaz de explicar eventos aparentemente randômicos - não importa se se trata de bolsa de valores, da mudança na temperatura de nosso planeta, ou da maneira que nós formulamos nossos pensamentos – e que podem ser expressos tanto em fórmulas matemáticas e físicas, quanto em belas imagens (os chamados fractals) disformes, mas com uma atraente irregularidade. Todos esses eventos têm algo em comum: o fato de serem atraídos a certos estados da natureza, o que lhes dá unidade, se bem que disfarçada. A nova regularidade dos fenômenos deu origem a uma nova ciência, que tem o ‘caos’ como tema central e na qual, um dia, deve se enquadrar a teoria das ondas."
WITKOWSKI, Bergè: 275

A Ciência e o livro sagrado

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Infelizmente o conceito pregado por muitos cristãos ainda nos dias de hoje é de um Deus linear e limitado na concepção do agora, por acreditar de forma deliminativa com eterno receia qualquer interpretação mais aprofundada acerca de seu mistério, mas no mosaico da bíblia revelado como um quebra-cabeças não temporal de história, mas de propósitos atemporais logo podendo ser compreendido também de fora da mera e limitada cronologia humana, cuja mesmo diante das variáveis e nuances são acertadas o plano de modo que tal só se pode conceber de forma onisciência e onipotente no âmbito atemporal, isto é em todos os tempos: passado, presente e futuro.
Assim, infelizmente vemos qualquer argumento extra-bíblico ser confundido como anti-bíblico especialmente na ciência, por temores dos termos abordados meramente, não o conteúdo debatido. Esse protecionismo religioso até se justifica mesmo que por outro lado há pessoas que claramente pregam heresias mais aceitas como outros Jesus.
No entanto, o próprio conceito dos OVNI em si, por exemplo, não são anti-bíblicos, pois apenas determinado o que não é identificado e assim manifestações como a vista por Ezequiel (Ezequiel 1.4-5 e 19-21) poderia facilmente assim ser classificada hoje que não seria errada. A heresia é quando isto se inclina absurdos contraditórios.
Sabemos de inúmeros personagens bíblicos do qual fora muitos instruídos em ciências de Daniel e Apostolo Paulo e que até mesmo não é anti-bíblico usar a própria ciência como pregação conforme dito por Paulo de Tarso em Romanos 2.20. Moiseis era por sua vez muito instruído na ciência dos egípcios (Atos 7.22). Há claro, as pseudociências que são as falsas ciências referidas pelo mesmo, advertida em I Timoteo 6.20, que fizeram muitos se desviar da fé. Estas são as que devem ser combatidas verdadeiramente.
Na bíblia assim poderia-se ver até mesmo conceitos que criticassem o evolucionismo (Romanos 1.20) e até concordasse com a Relatividade física (II Pedro 3.8) e que o conceito de Deus não está no tempo mas acima dele, pois é atemporal. A Teoria da Relatividade que teve precursores do cientista Henri Poincaré do qual Einstein teria se inspirado funciona perfeitamente na Bíblia!
O Próprio Daniel observou a aparição de um personagem que narra eventos futuros sob a perspectiva pessoal como vindo deste mesmo futuro e que declara que "e a ciência se multiplicará" (Daniel 12.4). Jesus por sua vez recebeu num monte a visita de Moises e Elias conforme relatado em Marcos 9.4. Ora, o que estes personagens faziam muito além de seu tempo falando com Jesus, se não era viagem no tempo o que seria? Assim como em outros momentos Deus transladou um personagem (além de Enoque) de um ponto a outro no espaço conforme relatado em Atos 8.19-40 que diz: "E, quando saíram da água o Espírito do Senhor arrebatou a Filipe, e não o viu mais o enunuco; e, jubilooso, continuou o seu caminho. E Filipe se achou em Azoto, e, indo passando, anunciava o Evangelho em todas as cidades, até que chegou a Cesaréia." Alguns assim veêm os milagre divinos de forma limitada a fenômenos apenas espaciais, mas no termo onipotência explicita claramente em todos os aspectos espaço-temporal inclusive, pois do mundo espiritual situação acima desta malha dimensional onde reina o espaço-tempo tão estudada por Einstein, de modo que assim como para Deus um ano possa vir a ser mil anos e vice-versa a volta de Jesus verdadeiramente pode significar de seu ponto de vista apenas alguns dias. E isto não é uma blasfêmia herética, pois não contradiz em nada a Bíblia cujo se tornou fonte de inspiração para muitos conceitos de ficção cientifica, e a Bíblia está simplesmente repleta destes exemplos de modo que fica-se inegável recusa-los. De igual modo até mesmo menções sobre até mesmo os automóveis conforme descrito abaixo: "Os carros se enfurecerão nas praças, chocar-se-ão pela ruas: o seu parecer é como o de tochas, correrão como relâmpagos."
Naum 2.4 Entre elementos estão os constantemente citados como corretamente científicos antecipando a própria ciência e assim desfazendo muitas mitologias a exemplo de inúmeras passagens como as citadas: Relatividade física [II Pedro 3.8], Zonas marinhas abissais [Jó 38:16], Descrição dos ciclos hidrológicos [Jó 28.26, Eclesiastes 1:7], Sustentação da Terra [Jó 26:7], sua esfericidade [Isaias 40.22], e as órbitas e sua influência [Jeremias 31:35]. Entre casos como o do dilúvio ao de Josué em que teria "parado o Sol", descreve-se o argumento do qual Isaac Newton descrevia a possibilidade pelo enfraquecimento da ação do Sol, pelo qual poderia-se designar sua luz como "vocal" em suas irradiações que provocaria um som musical pelas rápidas ondas de éter, mesmo que não audível aos nossos ouvidos.


"No princípio criou Deus os céus e a terra. E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas. E disse Deus: haja luz. E houve luz. E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas. E deus chamou à luz Dia; e ás trevas chamou noite. E foi a tarde e a manhã o dia primeiro. E disse Deus: haja espansão no meio das águas, e haja sepração entre águas e águas. E fez Deus a expansão, e fez separação entre as águas que estavam debaixo da expansão. E assim foi. E chamou Deus à expansão Céus, e foi a tarde e a manhã do dia segundo. E disse Deus: ajuntem-se as águas debaixo dos céus num lugar; e apareça porção seca. E assim foi. E chamou Deus à porção seca Terra; e ao ajuntamento das águas chamou Mares, e viu Deus que era bom."
Gênises 1.1-10

Porém, esta passagem é a mais intrigante. Ao se ler logo os dois primeiros versos (1 e 2) nos vemos com uma aparente contradição ao citar-se que Deus criou os céus e a terra, mas esta "era sem forma e vazia". Porém, no versículo 10 notamos que somente quando aparece a porção seca é que tal ganha o nome Terra com 'T' maiúsculo para determinar nome próprio, ou seja, o planeta Terra propriamente dito. Deste modo o conceito anterior pressupõe 'terra' no sentido espacial, poeira cósmica pelo qual por isso era "sem forma e vazia" (verso 2). Mas então nos deparamos com outra aparente contradição, como pode haver água no espaço uma vez a terra era sem forma e vazia? A resposta é simples: tal água na realidade seria uma metáfora ao próprio tempo fluídico, de modo que Deus se movia sobre, ou seja, acima do tempo!
O outro trecho curioso determina justamente outro elemento astronomicamente correto, uma vez que no verso 3 disse "haja luz" pois as primeiras estrelas não sugiram imediatamente com o inicio do universo. Por outro lado a "face do abismo" poderia perfeitamente determinar-se como um evento similar a um buraco negro que suga tempo e luz, por isso trevas, se separando assim a concepção de expansão entre águas conforme no versículo 6 que inicialmente pensasse a determinar como estados da água (líquido e gasoso) mas vemos que não quando esta expansão determina-se como céu, afinal a água não pode estar acima do céu, ou seja, supostamente atmosfera, seria inviável, mas sim como uma concepção de separação relativa do tempo mediante a sua telúrica a se comprovar no verso 9 onde se diz: "ajuntem-se as águas debaixo dos céus (aqui espiritual) num lugar, e a apareça porção seca". Ora, uma vez sabendo que porção seca é o que finalmente se determinaria como Terra propriamente dita poderia ser os mares apenas resultante deste ajuntamente conforme descrito no verso 10, demonstrando que poderia ser o anterior o ajuntamento gravitacionais de matéria a formar um campo coeso para um corpo celeste.


"Não são os cientistas que perseguem a verdade, é ela quem persegue eles."
Harl Schiecht


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